
26 fevereiro 2007
21 fevereiro 2007
Futuro Impresso

Durante uma pesquisa sobre o jornalismo impresso e o webjornalismo deparei-me com a opinião do "guru" Bill Gates sobre o futuro do jornalismo impesso. Esta é uma questão interessante...Deixo aqui as respostas de Gates.
«Como pensa que serão os jornais impressos daqui a uns 10 ou 20 anos?»
Gates – «A minha bola de cristal não é melhor do que a de ninguém. Tenho dúvidas se daqui a dez anos os jornais impressos vão ser muito diferentes do que são hoje. Terão talvez mais URLs. Terão provavelmente mais subscritores que dirão o que gostariam de ver nos jornais através do correio electrónico. (...). Mas não serão substancialmente diferentes do que são hoje. E tudo o que criarem lá será também transportado para as versões electrónicas. »
«Mas não serão diferentes porquê? Com as possibilidades que a Internet oferece....»
Gates – «Perguntou-me sobre os jornais impressos... Os media antigos não mudam apenas por causa da introdução de novos media. As pessoas gostam dos jornais de hoje. Gostam do que fazem com eles. Por isso, nem sei porque está a dizer que o papel será diferente só porque alguma informação chega interactivamente.»
Para mim, os jornais impressos e os livros nunca deixarão de existir. O acto de ler um jornal ou um livro implica várias sensações que um ecrã de computador não consegue transmitir. O cheiro, o prazer de virar e revirar as páginas, o gosto de tomar notas e sublinhar palavras e frases que nos despertam os sentidos. Por tudo isto, e mais algumas notas em termos teóricos, acredito que os jornais e livros impressos não deixarão de existir. Apesar de acreditar "na geração net" descrita por Don Tapscott.
«Como pensa que serão os jornais impressos daqui a uns 10 ou 20 anos?»
Gates – «A minha bola de cristal não é melhor do que a de ninguém. Tenho dúvidas se daqui a dez anos os jornais impressos vão ser muito diferentes do que são hoje. Terão talvez mais URLs. Terão provavelmente mais subscritores que dirão o que gostariam de ver nos jornais através do correio electrónico. (...). Mas não serão substancialmente diferentes do que são hoje. E tudo o que criarem lá será também transportado para as versões electrónicas. »
«Mas não serão diferentes porquê? Com as possibilidades que a Internet oferece....»
Gates – «Perguntou-me sobre os jornais impressos... Os media antigos não mudam apenas por causa da introdução de novos media. As pessoas gostam dos jornais de hoje. Gostam do que fazem com eles. Por isso, nem sei porque está a dizer que o papel será diferente só porque alguma informação chega interactivamente.»
Para mim, os jornais impressos e os livros nunca deixarão de existir. O acto de ler um jornal ou um livro implica várias sensações que um ecrã de computador não consegue transmitir. O cheiro, o prazer de virar e revirar as páginas, o gosto de tomar notas e sublinhar palavras e frases que nos despertam os sentidos. Por tudo isto, e mais algumas notas em termos teóricos, acredito que os jornais e livros impressos não deixarão de existir. Apesar de acreditar "na geração net" descrita por Don Tapscott.
15 fevereiro 2007
Um-Dó-Li-Téclado

05 fevereiro 2007
Presença

Há dias em que tudo parece um sonho. Um sonho a preto e branco que se desenrola em câmara lenta. Tento correr o mais depressa possível mas não consigo atingir-te. Não te consigo abraçar. Acordo. Tudo não passou de um sonho, mas sinto a tua presença. Sinto que olhas por mim. Sinto o orgulho que tens nesta nova etapa da minha vida. Sorrio. Sinto a tua mão que me aconchega. Eterna. É assim que te sinto. É assim que te vejo. Risos disparatados quando recordo as nossas “frases”. Sorrisos marotos dos nossos “segredos mais íntimos”. Conversas eternas que não têm dia, hora ou local marcado. Tu estás sempre do meu lado. Eu sinto-o.
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